A campanha Criança não é Adulto, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), deu início às ações educativas do DF Folia 2026 neste sábado (7), ao levar conscientização e prevenção ao abuso e ao trabalho infantil para o bloquinho Suvaquinho da Asa, no estacionamento do Espaço Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), no Eixo Monumental. A iniciativa reforça a mensagem de que criança tem direito a viver plenamente a infância, com cuidado, respeito e proteção.
A campanha estará presente nos blocos infantis do Carnaval de Brasília com ações voltadas à sensibilização do público, utilizando uma abordagem lúdica e educativa para alcançar pais, responsáveis e crianças. A proposta é aproveitar o ambiente festivo do Carnaval para fortalecer a mobilização social em defesa dos direitos da criança e do adolescente.
Durante a ação no Suvaquinho da Asa, servidores da Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes distribuíram adesivos com o slogan “criança não é adulto” ao público presente.
A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que a proteção das crianças é uma prioridade da pasta e reforçou o cuidado coletivo durante o período carnavalesco. “O Carnaval é um momento de alegria, mas também de atenção e responsabilidade. Cuidar das nossas crianças é prioridade absoluta. Essa mobilização social contribui para fortalecer as ações de conscientização sobre os direitos da criança”, afirmou.
A subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes, Maria do Socorro Lucena, reforçou que o direito ao brincar precisa ser garantido em todos os espaços. “Toda criança tem direito a brincar, a pular Carnaval e a se divertir, sempre sendo respeitada e protegida. A infância precisa ser preservada”, completou.
A advogada Cristiana Monteiro e o servidor público Carlos Vinícius Mota, moradores do Jardim Botânico, levaram pela primeira vez os filhos Bernardo e Eduardo para curtir o Carnaval em Brasília. Para Cristiana, a campanha traz uma mensagem essencial. “É muito gratificante saber que existe essa preocupação com pautas tão importantes. A infância é para ser vivida. Tudo no seu tempo; depois eles vão ter muito tempo para serem adultos”, afirmou.
A moradora da Octogonal Caroline Leite também aprovou a iniciativa ao levar a filha Catarina, de 3 anos, para participar do Suvaquinho da Asa pela segunda vez. “Nós adoramos o bloquinho, e acho muito importante esse combate ao trabalho infantil e tudo o que envolve a adultização das crianças. Ações como essa são fundamentais”, disse.